Versão remasterizada para o EMBRIAO +20 (Com Libras: janela da intérprete de Libras da versão original de 2010). Os créditos estão na ficha técnica.
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Sobre este material
Episódio 3 da série de ficção Biomas do Brasil ('Floresta Branca'). Esquecidos pelo ônibus da excursão escolar, os quatro amigos chegam a uma vila quase vazia da Caatinga e são acolhidos por Tonho, jovem agricultor e poeta de cordel. No caminho até o açude aparecem: a escassez de água e o açude como reserva, lagartos endêmicos, sapos cujos ovos esperam a chuva, a Caatinga como floresta exclusiva do Brasil, o significado do nome ('mata branca' na seca), o 'inverno' chuvoso do sertanejo, cactos (mandacaru, xique-xique) com espinhos no lugar de folhas e água armazenada, raízes superficiais, o juazeiro rico em vitamina C e a cultura regional (Luiz Gonzaga, forró, cordel, xilogravura).
Conceitos
Transcrição
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Transcrição da narração e das falas do vídeo remasterizado. Gerada automaticamente (Whisper) a partir do vídeo; em conferência com o roteiro original. Baixar em texto (TXT).
Olha, disseram que a erosão é ólica, né? Gente, esse parque é maravilhoso. Não dá para acreditar que no meio da Caatinga tem uma paisagem dessa. E a Serra da Capivara é muito grande. Gente, esse parque é muito lindo. Gente, cadê o JP? Ele deve ter saído para fotografar algum tato. Mas fica aí que eu vou atrás dele, tá? Eu vou com você, tá? Gente, desse jeito a gente vai perder o ônibus.
Droga. O celular da professora está fora de área. Eu consegui mandar um torpedo. Eu não acredito que isso está acontecendo. Gente, se eu contar pra minha mãe que o ônibus da excursão largou a gente aqui no meio da caatinga... Não, não tem saca! Gente, mas algum adulto tem que saber onde é que a gente tá! E onde a gente tá, Marta? Ah, não sei. Ao sul de onde o ônibus parou. E? É, né? Alguém deve ter notado a nossa falta. Tava todo mundo dormindo quando a gente desceu. E eu não sei onde eu tava com a cabeça quando resolvi vir atrás de você, JP. Eu só parei um pouco pra fotografar aquele... Você é mania de fotografar tudo também, né?
Toda a árvore, toda a planta, tudo que a gente vê pela frente. Era o Mandacaru, Tata, uma árvore muito importante do Nordeste. Ah, essa informação mudou a minha vida. Ah, ninguém mandou você vir com a gente, tá? Calma, gente, calma. Agora tem tempo pra fotografar tudo, se vocês quiserem. Inclusive, é aquela cidade fantasma lá. Nossa. Vamos lá, pelo menos se tiver... É, resolve o seu problema, né?
Ai, gente, uma sombra. Ai, cansei. Cadê o pessoal daqui? Deu no pé? Dizem que em lugar assim costuma ter alma penada. Cruzem os dedos porque pode ser uma alma ali se aproximando. O humor da tata já tá bem melhor, já partiu pra ironia. Mulher é mesmo assim. Claro gente, é um garoto. Bom dia. E aí, beleza? Vocês estão me esperando? Desculpa, a gente não viu ninguém por aqui. Porque uns estão trabalhando e outros estão na organização do arraia que vai ter ali na vizinhança. Arraia é festa? É sim, vai ter um forrózinho arretado a noite. Que delícia. É, pena que a gente não vai ver. Será que a gente não vai ver? Ah, aqui é a sua casa, porque a gente sentou aqui por causa da sombra,
pra tomar um arzinho, a gente não tinha pra onde ir. Vocês estão perdidos? O ônibus que a gente tava é que perdeu a gente. A gente saiu rapidinho e ninguém lembrou. É, e tamo tentando falar no celular e nada. Não se preocupe, eles vão voltar pra buscar vocês, mas por enquanto vocês podem chegar por aí mesmo. Obrigado. Bom, deixa eu apresentar, né? Eu sou a Tata, ela é a Marta, e esses dois aqui são o Tiago e o João Paulo. Prazer, Tony. Você tem um copo d'água? Água? Eu vou ver se eu... Aguarde um pouquinho. Obrigado.
Bem, é o que tinha. Ah, obrigada. É, eu vou indo lá no açude buscar água, porque acabou mesmo. E tudo bem se a gente for junto com você? Não vai atrapalhar? Atrapalhar? Não. Vocês aproveitam pra conhecer o sertão melhor. Legal, tô bem curiosa. Gente, eu vou ficar por aqui, tá? É muito longe, Tony? Não, é uma caminhada rápida. Quando uma perna chega lá, a outra já está voltando pra cá. Vamos ver nas costas. Vamos, Tony. Você quem vem comigo? Ai, gente, vão vocês. Eu vou ficar aqui pra descansar. Ah, tem certeza, Marta? Vai ficar você e as almas. Você quer ir ao lado de aula? A bilolou. É, a bilolou é o quê? Pirô?
É isso. É um tempo de ser pegado. Tchau, tchau. Tchau.
Gente.
Pera. Olha só quem veio. Não deu tempo de começar a cantar, mas que saudade doce. Que ódio, Thiago. Se você não tivesse falado, já é uma penada, eu ia estar lá na sombrinha e não aqui nesse sol. Era mais fácil você virar comida de muriçoca do que você via uma penada. De muriçoca é o que, Tonha Pernilonga? É isso. Gente, olha que legal. Nossa, que lagarto bonito. Essa espécie só encontra aqui na Caatinga, em nenhum outro lugar do mundo. Ah, então isso é o que se chama de animal endêmico? Não é, não é. Tá vendo, JP? Não é só você que sabe dessas coisas. Ah, você andou focando no meu caderno. Ah, mas sabe o que eu aprendi, JP?
Entendi JP. Cacatinga é um tipo de floresta que só tem no Brasil. Nem em outro lugar do mundo. Mas, Tonho, só tem lagarto aqui? Não, tem vários bichos. Esses são os facilmente de ver, os outros só vê de vez em quando. Olha, então é legal a gente sair daqui antes que comece a chegar bicho. Não, agora você vai me mandar. Ah, sim, sou!
Eu achei que era um moço, gente. Parece um rio isso aqui. É? Mas, Tonho, açude serve pra armazenar água mesmo, né? É, é que salva a agricultura e o gado dá seca. Mas isso não resolve o problema, né? Não, esse aperrengue aqui é antigo. Aqui a gente não tem fartura de água como na casa de vocês. Nossa, que loucura, porque na Amazônia sobra rio e sobra água para tudo que é lado. E aqui é só secura. É, mas não fica aperreado não, porque eu gosto daqui assim mesmo. Mas também, dá para criar peixe aí no açude? E não dá? Tem até uns cururus. Cururu não é peixe, hein, gente? Cururu é só para o grande, né? Vocês precisam ver o açude logo depois que chove.
Fica cheinho de sapo. Ah, na seca o sapo fica na terrinha molhada esperando a chuva vir. Mas e aí quando chove? Aí brota sapo até do chão. Ai, gente, então me lembra de não aparecer aqui quando chover, hein? Ah, nem se o sapo te chegar e disser. Ah, me dá um beijinho, Marta, eu sou um príncipe. Aí, Tiago, eu prefiro morrer em calhão. É, não carece tanto. Oxeita, menina de trambelhoto, hein? Oxeita, tia. Eu vi o trago aqui. Você tá jogando a água. Você tá jogando a cabeça. Gente, mas que estranho, não, sério, eu pensei que fosse encontrar na Caatinga tudo seco assim, sabe, meio pálido. Meio pálido? Que poético, Tata.
Ih, não me aperreia, Tiago. Ah, aperreia. Ai, vocês estão com bobo, gente. Tata, eu li que Caatinga é uma palavra indígena que significa mata branca. Você e a Tata têm razão, no tempo da seca que as plantas ficam meio secas, sem folhas. sabe? Aqui é no inverno que chove, né, Tony? Isso mesmo, e quando chove, aí esverdeiam tudo novamente por aqui. Coisa maluca, pra mim inverno é tempo frio, cego, sem chuva, sem verde. É, aqui na Caratinga o inverno é no fim do ano, quando chove por aqui fica úmido. O inverno de vocês acontece no nosso verão? Nossa, verdade, gente. A natureza é muito louca, né? É muito interessante conhecer tudo isso sobre a Caratinga. Quem
Quem te viu e quem te vê, Tata, hoje mesmo você reclamou do meu mandacarô. É, reclamou mesmo. A régua? Mandacarô é o orgulho da gente? Não, mas não foi bem isso que eu quis dizer, eu já tô feliz. Não, não, não foi. Agora não foi. Você reclamou do meu mandacarô. Reclamou sim, então. Briga com ela. Você desplanta a feia esse teu mandacarô. Isso sim. Eu não imaginava que tivesse água assim. Ah, é. Que tira esse cacto? Eita, menina arretada, conhece Luiz Gonzaga? Claro, Tonho. Quem não sabe cantar Asa Branca? É quase tão conhecido quanto, sei lá, o hino nacional. Apesar que a gente é tudo estrangeiro. O clima seco daqui está na vida dura, mas também está na arte, né?
É, vocês são tudo uns cabra, né? Igual esses cactos aí, resiste a tudo. Também tem que aguentar a seca, a falta d'água quase o ano inteiro. O cacto, por exemplo, ele tem um espinho para não deixar a água evaporar. E o espinho é um tipo de folha que afinou para ele não suar demais. É o jeito que a planta arrumou de não perder água, né? Na época da seca, o mandacaru serve de ração para gados e cabritos. Sabe o que eu ouvi dizer que o mandacaru, que não é esse cacto aqui? Ele é uma das plantas que mais aguenta o clima seco o ano inteiro. Gente, tá bom, o papo tá legal, mas vamos apertar o passo, vai. Você está muito aperreada?
A Maita tá sempre aperreada. Ela deve ter lembrado a mãe dela. Não é isso, Tata. É que o ônibus não fez nenhum contato com a gente até agora. Então vamos com ela, então. Ela tá sempre acaba com a diversão. E tá aqui se divertindo, então? Não, não tá de alimento que isso, né?
Essa história de não ter água aqui é muito complicado mesmo, né, Tony? É sim. Nas raízes das plantas são bem rasinhas porque o solo não tem água. Então elas ficam ali na superfície esperando a chuva vir. Nossa. Você sai bastante de caatinga, né, Tom? Gente, eu preciso falar uma coisa. Ah, desabafa, meu amigo. Não zoa ele. Fala, JP. É tudo culpa minha. Ah, culpa do quê, cara? Então a gente tá aqui nessa situação, esquecido. Ah, JP, eu ainda tenho esperança. Se eu não tivesse pedido pra vocês virem comigo fotografar o Mandacaru, nada disso teria acontecido. Se a gente não tivesse seguido o JP, a gente não ia estar aqui agora.
E a gente não ia ter aprendido tudo isso que a gente aprendeu da Caatinga. A gente não ia ter conhecido o Tonho. Não, e pensa só, a gente ia estar dentro daquele ônibus dormindo até agora. Que graça ia ter. Aí, tá, até gostei. E um pouquinho de aventura não faz mal pra ninguém, JP. Então quer dizer que você não tá mais brava comigo? Não tô, seu peste. Ó, tem passarinho verde aqui. É que não é que eu sei. Tonho, vem com a gente. Se a gente se pede, você é muito fácil. Ah, você não é, mamãe.
Alô? Oi, mãe. Não, tá tudo bem. A gente conheceu o Tonho, que é o menino daquele. Levou a gente no açude. A gente viu um lagarto, mãe. Foi muito legal. Professora, até que enfim... Tá bom. Tá, a gente tá indo encontrar você. Tá bom, tchau, tchau. Mas e aí, a gente vai ter que voltar lá onde o ônibus parou? Aonde? No posto de gasolina? Esse mesmo. Ih, é uma pernada boa. Espera aí que eu já volto. Tá bom. Ele vai pra longe. Ele vai voltar lá pra casa dele. Olha, o Toy tá chegando, gente. Ô, Toy, eu fiz um posto. É um presentinho pra vocês aí. Caramba, olha só. É cordel isso, vocês têm noção? Eu nunca vi um cordel. É o pessoal conhecer pra ver o que é que eu faço
quando eu não estou trabalhando na terra. E você vende? Bem, eu faço esses poemas para me vender por aí. Nossa, para as pessoas conhecerem, né? E olha esse desenho, Tonho. Foi você que fez? Que nada, e só foi uns rabiscos mesmo para dar o destaque na capa. Nossa, você é um artista. Tonho, adorei. Bem, antes de vocês irem embora, eu quero dizer para Tata, que ela é uma menina muito donada e inteligente, e muito apetrechada, vixe. Apetrechada, bonita, jeitosa, a moça. Não, gente, sério, Tony, eu vou sentir saudade de vocês. Ah, grande Tony!
Na luta de todo dia, na Caatinga o sol é forte. Muito duro buscar água, só dá chuva se tem sorte. Vez em quando surge flor pra esquecer de toda morte. A ave lá nascerca pia, a galinha vai para o corte, a roupa mulher enxágua, gado de pequeno porte, magro com fome tem dor e não há o que o conforte. Mas na terra com alegria não existe quem se entorte, não precisa-se de mágoa, pois tem sempre quem se importe. Caatinga também tem couro, um ao outro dá suporte.
Sequência didática
Proposta autocontida para usar este material em sala de aula, no padrão EMBRIAO +20 (BNCC). Versão para impressão em PDF ao lado.
Objetivos
- Caracterizar a Caatinga como bioma semiárido exclusivamente brasileiro, com vegetação caducifólia e chuvas concentradas.
- Explicar as adaptações de plantas e animais à escassez e à irregularidade da água.
- Reconhecer o endemismo e a biodiversidade da Caatinga, contra a ideia de 'lugar sem vida'.
- Relacionar as condições do bioma à vida e à cultura das populações do semiárido.
BNCC
EM13CNT202Analisar as formas de vida e as condições ambientais favoráveis e limitantes a elas.EM13CNT206Discutir a preservação da biodiversidade e avaliar efeitos da ação humana e de políticas ambientais.EM13CNT310Analisar efeitos de programas de infraestrutura (água, cisternas) e identificar necessidades regionais.Materiais
- Vídeo (baixado previamente)
- Mapa do Brasil com biomas e climograma do semiárido (chuva × mês)
- Ficha de observação: água / plantas e adaptações / animais / clima / pessoas e cultura
- Folha de planta comum e um cacto pequeno (ou fotos) para comparar superfície e espinhos
- Cópia do cordel final do episódio (transcrito do roteiro) para leitura
Passo a passo
Pergunte como imaginam a Caatinga e anote as palavras (seca, pobre, deserto, cacto). Mostre o mapa e o climograma: chuvas concentradas em poucos meses e muito variáveis de ano para ano. Pergunte o que uma planta ou um sapo precisa 'fazer' para viver assim. Entregue a ficha e peça atenção especial às falas de Tonho.
- Um lugar que fica verde depois da chuva é deserto?
- Como um sapo sobrevive dez meses sem lagoa?
Exiba o episódio inteiro com anotações na ficha e das palavras desconhecidas (endêmico, abilolou, açude). Reexiba as cenas 5 (lagarto endêmico, floresta exclusiva do Brasil), 6 (açude e sapos), 7 (mata branca e inverno chuvoso), 8 (cactos) e 9 (raízes rasas) para completar a ficha. Chame atenção para a mudança de atitude de Tata em relação ao lugar.
- O que Tonho quer dizer com 'o espinho é um tipo de folha que afinou'?
- Por que o inverno do sertanejo cai no verão do resto do país?
Monte a ficha coletiva. Compare a folha comum e o cacto: área de superfície, espinhos, tecido suculento; relacione com perda de água por transpiração e com a raiz superficial que capta chuva rápida. Discuta o endemismo (espécies que só existem ali) e o que ele implica para a conservação. Em seguida, leia em voz alta o cordel de Tonho e peça que identifiquem nele as características do bioma e a relação entre natureza e vida das pessoas; conecte açude, cisternas e convivência com o semiárido.
- Que versos do cordel falam de adaptação e quais falam de solidariedade?
- O que a vila de Tonho precisa para conviver com a seca, e não apenas 'combatê-la'?
Recolha a ficha individual. Tarefa: escrever uma estrofe de cordel (seis versos, rima livre) sobre uma adaptação de planta ou animal da Caatinga, com o nome do organismo e a função da adaptação. Avalie pelo conteúdo biológico correto, não pela métrica.
Avaliação
- Registra características corretas de clima, água, vegetação e fauna.
- Explica ao menos três adaptações à escassez de água com função correta.
- Usa o conceito de endemismo e o relaciona à conservação.
- Relaciona o bioma à vida das populações locais com base no episódio e no cordel.
Instrumento: Ficha de observação + estrofe de cordel com conteúdo biológico
Adaptações
Ficha bibliográfica
Como citar (Vancouver): Cury DL, Salvestrin M, Braun MR, Aguirre GH, Martins I, Goes T, et al. Biomas - Caatinga [vídeo na Internet]. Campinas (SP): Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia, Projeto EMBRIAO; 2010 [citado 2026 nov 7]. Disponível em: https://www.embriao.ib.unicamp.br/embriao20/acervo/biomas-caatinga/
- Autoria
- Daniel Lemos Cury, Mirian Salvestrin, Marina Reiter Braun, Guilherme Henrique Aguirre, Igor Martins, Thaís Goes, Lucas Lima, Weber Pereira Marely, Eduardo Galembeck
- Publicação
- Vídeo educativo · Campinas: Unicamp, Instituto de Biologia, Projeto EMBRIAO, 2010 · Ensino médio · Português
- Objetivo
- Retratar o Bioma Caatinga e algumas de suas características.
- Assuntos
- Diversidade da vida · Biodiversidade · Preservação · Biomas
- Fonte
- ficha de catalogação original do projeto
Ficha técnica
- Argumento e sinopse
- Daniel Lemos Cury, Mirian Salvestrin
- Roteiro de vídeo
- Rosani Madeira
- Também participaram
- Guilherme Henrique Aguirre, Igor Martins, Lucas Lima, Marina Reiter Braun, Thaís Goes, Weber Pereira Marely
- Coordenação
- Eduardo Galembeck (geral), Eduardo Paiva (mídias audiovisuais)
- Versão original
- No canal do LTE no YouTube desde 09/05/2011 (original, com Libras)
- Remasterização
- Remasterizado para o EMBRIAO +20
Créditos reunidos das fichas técnicas dos roteiros, das fichas de catalogação e dos registros originais do projeto. Equipe completa.

